17
nov

Já começo o post me desculpando pelas imagens. Esqueci a câmera nova e tirei fotos dos pratos com o iPhone e, bem, além de eu não saber tirar fotos direito, câmera de iPhone é dureza!

Meus pais vieram nos visitar no último feriado e fomos almoçar no recomendado restaurante Aprazível. Além de ficar em Santa Tereza, um bairro que gosto muito aqui no Rio, o lugar é lindo e a comida é deliciosa! O atendimento é ótimo e o preço não é tão amigável, mas os pratos valem cada centavo, exceto os petiscos, cujas porções são bem pequenas.

O Aprazível tem uma vista linda,  miquinhos, muitas árvores, cachaças e o espaço é, como dizem os cariocas, “sinistro” :) O ambiente é rústico e aconchegante. Recomendo de olhos fechados.

Adorei o passeio, foi muito bom receber meus pais aqui novamente e passar um tempo divertido com eles. Vamos aos pedidos de cada um.

Escolhi uma paleta de cordeiro sensacional, a melhor que já comi na vida. Ela veio acompanhada de batatas doces crocantes, canjiquinha e conserva de repolho ao vinho com passas. A carne estava desmanchando!

Minha mãe escolheu o delicioso peito de marreco com arroz selvagem e purê de maçã.

Meu pai e o Digo optaram pela farta picanha acompanhada de feijão de corda e farofa. Maravilhosa!

De sobremesa, comi creme brulee!! Esqueci de fotografar, mas vale à pena. Creme brulle é sempre creme brulee.

18
jul

Polenta ao shitake e limão - Flávia Massara (Cozinha Fácil)

Muitas vezes escrevo receitas aqui que preparei para comer com o Digo, meu marido e uma pessoa muito especial na minha vida.

Hoje, vou dividir a atenção com alguém também muito importante pra mim e que se diverte lendo este blog, deixando sempre um comentário carinhoso que me deixa muito feliz: meu pai, Ricardo.

Como a preferência dele é por carnes e, mais ainda, carne bovina, o prato de hoje é um experimento que, infelizmente, não pude saborear com ele, mas que, com certeza, cozinharei em uma próxima oportunidade, quando nos encontrarmos em BH ou no Rio.

Antes da receita, quero falar brevemente sobre o “Sr.” Ricardo. Meu pai é dessas pessoas que todo mundo gosta. Como diz a minha mãe, ele atrai amigos como o mel às abelhas. Antigamente tinha um gênio mais forte, explosivo. De uns anos pra cá, é a tranqüilidade em pessoa. Muito engraçado, piadista, pescador (adora contar um “causo”), bebedor de whisky, pisciano, engenheiro civil e agrimensor dos bons, ele sempre foi pra mim uma grande referência e um grande amigo! Tem um coração gigante e “pérolas” ao falar que matam a gente de tanto rir. Agradeço todos os dias por tê-lo em minha vida.

Agora, vivemos em cidades diferentes, mas ele mora mesmo é no meu coração. <3

Depois dessa rasgação de seda toda, a receita!

Para a polenta, você vai precisar de:

- 2 xíc. (chá) de fubá

- 2 tabletes de caldo de carne diluídos em 1,5 L de água fervente

- 2 colherzinhas de café de cúrcuma

- 1 xíc. (chá) de queijo parmesão de boa qualidade ralado grosso

- 1 col. (sopa) de manteiga

- Sal e pimenta do reino a gosto

Para o molho da polenta:

- 150 g de cogumelos shitake frescos e lavados, picados em tiras grossas

- 1/2 cebola picada em cubinhos

- 2 dentes de alho espremidos

- Raspas de 1/2 limão

- 1 fio de azeite extra virgem

Para a picanha:

- 1 peça de picanha de 1 kg

- 1/2 pacote de sal grosso

- Alguns ramos de alecrim fresco

Preparo:

Limpe a carne e coloque-a em um tabuleiro, com a gordura para cima, coberta inteiramente por sal grosso. Não faça furos e não cubra com papel alumínio. Não se esqueça de colocar sal na parte de baixo da picanha também. Distribua os ramos de alecrim sobre a carne salgada e asse em forno alto (220ºC) por cerca de 1h30. Na hora de servir, retire a crosta de sal que se formou em volta da picanha e fatie a carne.

Enquanto a carne assa, prepare a polenta. Abaixe o fogo da panela com o caldo de carne fervendo e adicione o fubá aos poucos, mexendo sempre (fica mais fácil se você usar um fuê para não empelotar). Acrescente a cúrcuma e ajuste o tempero com sal e pimenta do reino. Continue mexendo e, quando a mistura ficar consistente, como um angu mole, desligue o fogo e adicione o parmesão e a manteiga. Misture até o queijo derreter. Despeje tudo em uma travessa grande.

Agora é hora de fazer o molho de shitake. Aqueça o azeite em uma frigideira antiaderente. Refogue a cebola e o alho. Acrescente os cogumelos e misture rapidamente. Quando estiverem tenros, acrescente as raspas de limão e ajuste o sal. Cubra a polenta com o shitake e sirva com a picanha fatiada.

Prontinho! É um prato muito saboroso! Os vegetarianos podem servir sem a carne, obviamente.

02
ago

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Neste domingo tínhamos uma picanha de 1,6 kg na geladeira e chamamos um casal de amigos para almoçar, a Sabrina e o Rodrigo.

Para temperar a carne, eu fiz a marinada de alecrim, alho e limão do livro O Retorno do Chef Sem Mistérios, do Jamie Oliver. Um perfume só!

A receita da marinada (adaptada ao meu gosto):

- 2 bons punhados de alecrim fresco triturado (se você não encontrar o fresco, pode usar um bom punhado do seco mesmo. Esfregue com as mãos antes de usar para ativar o aroma da erva)

- 3 dentes de alho grandes picados em lâminas (ele manda colocar 6 esmagados, com casca e tudo, e não cortados)

- 10 fios generosos de azeite extra virgem

- 2 limões sicilianos espremidos e com as cascas esmagadas (ele manda usar 3, mas acho que vai depender da quantidade de carne que você for fazer e do tamanho dos limões)

- Pimenta do reino e sal a gosto (ele não usa sal na receita)

Misture tudo e esfregue bem na carne de sua preferência. Eu limpei bem a picanha e fiz uns furos nela para a marinada entranhar. Deixei descansar durante um tempo e, em seguida, coloquei para assar num forno a 220 graus por cerca de 1 hora e meia com batatinhas pequenas inteiras.

O resultado foi uma picanha suculenta e bastante (muito mesmo) perfumada. O sabor é delicioso. Servi com arroz sete grãos e salada. O maridão contribuiu fazendo caipis de várias frutas para acompanhar ;)

12
mai

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Pela primeira vez, não passei o dia das mães com a minha mãe. Foi ruim não poder dar uma abraço nela de manhã e almoçar juntas. Para disfarçar um pouco a saudade, eu fiz uma receita dela, que aprendi no fim de semana retrasado, quando estive em BH e a vi fazer: risoto de açafrão com champignon e bacon.

Sim, novamente uma receita de risotto, mas eu A-DO-RO risoto e não preciso esconder isso de ninguém. Para acompanhar, fiz picanha assada no sal grosso (delícia!) e salada.

Antes da receita, quero justificar a foto. Infelizmete, no dia, recebemos amigos em casa e eu me esqueci de fotografar o prato decentemente. Quando me lembrei, já tínhamos começado a nos servir. Mas até que dá pra ver o aspecto da comida, que ficou cheirosa e gostosa.

RISOTTO DE AÇAFRÃO

Ingredientes:

- Pacote de arroz arbóreo, próprio para risotos (usei um inteiro para servir 7 pessoas com fartura)

- Bacon cortado em cubinhos pequenos a gosto

- 1/2 cebola grande picada em cubinhos

- 2 colheres de sopa de açafrão

- Alho picado à gosto

- Azeite extra virgem

- 3 vidros de 200 g de champignon

- 1 colher de sopa de manteiga

- 4 tabletes de caldo de vegetais derretidos em água fervente

- Parmesão ralado em lascas a gosto

Modo de Preparo:

Numa panela, aqueça 3 colheres de sopa de azeite extra virgem. Frite os cubinhos de bacon. Acrescente a cebola e o alho picados. Quando a cebola estiver transparente, acrescente o açafrão e misture até ficar homogêneo.  Acrescente  todo o arroz e envolva-o na mistura de ingredientes até que ele fique amarelinho e homogêneo. Vá acrescentando conhas do caldo de vegetais aos poucos. Mexa sempre. Acrescente o champignon e continue regando o risoto com o caldo de vegetais até que o arroz cozinhe. Quando a textura estiver al dente, desligue o fogo e acrescente a maneiga. Mexa mais um pouco.

Se quiser, pode acrescentar o queijo parmesão e misturar ou colocar no prato mesmo. Sirva bem quente.

Para decorar, usei pimentas dedo de moça.

PICANHA NO SAL GROSSO

DSC01194Ingredientes:

- 1 picanha maturada de 2,3 kg

- 1 pacote de sal grosso

Modo de Preparo:

Num tabuleiro, coloque a picanha com a gordura para cima e cubra a peça com sal grosso (não se esqueça de colocar sal no fundo da carne, ou seja, na parte que ficar virada para baixo). Não faça furos na carne e não cubra com papel laminado. Coloque para assar a uma teperatura de 220 graus por cerca de 1 hora e meia.

Para servir, retire a crosta de sal da carne, fatie e bom apetite! Fácil, né? Fica muito boa também e não resseca

SALADA

Na salada utilzei tomates cereja cortados ao meio, folhas de manjericão e cebola cortada em pedaços finos. Misturei tudo e temperei com bastante azeite e um pouco de sal.

17
abr

dsc01016A próxima receita era para ser um risotto de camarão que fiz no feriado, mas não estou com as fotos. Então, fica para logo mais.

A picanha suína pode parecer difícil – tem gente que acha que fazer carnes é complicado, mas é bem fácil de fazer. É só ir ao supermercado e comprar a peça já limpa (mas, mesmo assim, ao chegar em casa tem que dar uma finalizada na limpeza da carne). Eu comprei uma picanha suína semi-defumada .

Tempere a picanha inteira com sal, alho picado, limão e pimenta malagueta picada a gosto. Faça alguns furos na carne para o tempero penetrar. Depois, salpique alecrim por cima da carne e coloque no tabuleiro. Mesmo se você já comprar a carne temperada, é bom dar uma reforçada no sabor. Só tome cuidado para não salgar demais.

Separe 3 batatas grandes, lave-as e corte-as em rodelas grossas (não precisa retirar a casca das batatas, por isso elas precisam estar bem lavadas). Tempere as rodelas com sal e alecrim e distribua pelo tabuleiro juntamente com a carne.

Eu usei um tabuleiro com grelha e coloquei um pouco de água no fundo, por que a gordura da carne escorre e fica dsc010181mais fácil de limpar depois. As batatas também assam melhor numa grelha: ficam durinhas por fora e macias por dentro.

Leve ao forno pré-aquecido a 205 garus por cerca de 1h30. 

Para acompanhar, fiz arroz e salada de tomate cereja, champignon e agrião.

Bom apetite!

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